O contrato de videomonitoramento da Prefeitura de Chavantes voltou ao centro das discussões após a conclusão dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 001/2026, instaurada pela Câmara Municipal para investigar a contratação da empresa SIF Soluções Integradas em Tecnologia e Serviços Terceirizados Ltda., cujo valor global é de R$ 430 mil.
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Entre os pontos levantados pela comissão estão supostas falhas na prestação dos serviços, falta de comprovação da entrega dos aplicativos previstos e documentação considerada insuficiente para demonstrar a execução integral do contrato.
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O relatório também registra que o número de câmeras teria passado de 283 para 263, sem que a CPI identificasse justificativa técnica para a manutenção do valor contratado. Mesmo após os apontamentos, o contrato foi renovado por mais um ano, conforme as informações apresentadas.
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Outro ponto que merece esclarecimentos diz respeito às despesas necessárias para manter o sistema em funcionamento. Entre as questões levantadas estão a eventual responsabilidade da Prefeitura pelo pagamento de energia elétrica e internet utilizadas na operação e a utilização do prédio público para realizar o monitoramento.
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A definição dessas responsabilidades depende das condições estabelecidas no contrato e dos esclarecimentos dos envolvidos. Por isso, os questionamentos reforçam a importância da transparência na aplicação dos recursos públicos.
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Em manifestação oficial, o prefeito Luiz Filipe de Paula Jacinto reafirmou o compromisso da administração com a transparência, a responsabilidade na gestão dos recursos públicos e o respeito às instituições.
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Segundo a Prefeitura, o sistema foi contratado para ampliar a segurança de prédios públicos, escolas e outros espaços municipais. A administração também informou ter apresentado justificativas técnicas e jurídicas ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) sobre os apontamentos relacionados ao contrato.
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Conforme as informações divulgadas, o relatório final da CPI deverá ser encaminhado ao Ministério Público e ao TCE-SP, que poderão avaliar os documentos e adotar as providências cabíveis.
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É importante ressaltar que os apontamentos da comissão não constituem, por si só, uma decisão definitiva sobre a ocorrência de ilegalidades ou a responsabilidade dos envolvidos. A conclusão dependerá da análise dos órgãos competentes e das justificativas eventualmente apresentadas.
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O Chavantes Notícia mantém o espaço aberto para manifestações da Câmara Municipal, da Prefeitura e da empresa contratada sobre os questionamentos levantados.
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